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Perda Gestacional de Repetição
Textos Médicos 06/09/2013

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Quais os riscos da perda gestacional de repetição
O abortamento é definido como a interrupção da gestação antes da 20a semana de gestação (5o mês) ou a perda do feto com peso menor de 500 gramas. Cerca de 10 a15% das gestações clínicas evoluem para o abortamento espontâneo esporádico. A perda gestacional de repetição é definida como 3 ou mais perdas gestacionais antes da 20a semana de gestação (abortamento), sendo que cerca de 0,5 a 1% dos casais em geral irão apresentar essa condição.

Dentre as causas de perda gestacional de repetição temos:
1) Idiopática
2) Genética
3) Anatômica
4) Endócrina
5) Infecciosa
6) Imunológica
7) Trombofilias

1) Causa Idiopática: a grande maioria dos casos de perda gestacional de repetição (cerca de 40%) permanece sem uma causa definida, sendo considerada como idiopática.
2) Causa genética: as causas genéticas são alterações nos cromossomos que resultam em uma anormalidade no feto que impossibilita o seu desenvolvimento. Essas alterações podem ser: translocação balanceada, mosaicismo, inversão cromossômica, dentre outras. Para o diagnóstico dessas alterações genéticas deve ser feito um estudo genético (cariótipo) dos parceiros e do produto da perda. Os casais que apresentarem alguma alteração no cariótipo devem passar por um aconselhamento genético.
3) Causa anatômica: as causas anatômicas são alterações no útero ou no colo uterino que levam às perdas gestacionais normalmente mais tardias. Essas alterações são a incompetência istmo cervical (o colo do útero não consegue segurar a gestação) ou o útero septado (a cavidade do útero é dividida por um septo). Para se diagnosticar as causas anatômicas deve ser feito algum exame de imagem como ultrassom, histerossonografia, histerossalpingografia ou histeroscopia. Normalmente para corrigir essas alterações são necessárias cirurgias.
4) Causa endócrina: as causas endócrinas ocorrem devido alguma modificação hormonal que impede a gestação de evoluir normalmente. O diagnóstico é feito através de dosagens hormonais.
5) Causa infecciosa: as infecções estão relacionadas com os abortamentos esporádicos e não com as perdas gestacionais recorrentes.
Causa imunológica: as alterações imunológicas ocorrem quando o organismo materno produz substâncias (anticorpos) que atacam a gestação, levando ao abortamento. A alteração imunológica mais comum é a síndrome antifosfolípide.
7) Trombofilias: as trombofilias são condições genéticas ou imunológicas que causam uma alteração na coagulação materna, o que resulta em micro infartos na placenta, levando à perda da gestação. O tratamento das trombofilias é feito através da administração de anticoagulantes.



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