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Para a maioria das pessoas, ter filhos e formar uma família são metas em determinado momento de suas vidas. Procriar parece ser algo muito natural, bastando apenas suspender o método contraceptivo em uso. Algumas pessoas, ao iniciarem as tentativas para engravidar, se deparam com o resultado negativo, que se repete mês após mês, gerando muitas vezes sentimentos de frustração, angústia e ansiedade. Após um período de tentativas, que gira em torno de 12 a 18 meses, sentindo-se incapaz de conseguir uma gravidez espontânea, algumas pessoas procuram ajuda médica especializada.

Ao iniciarem um tratamento de concepção assistida, muitas questões podem ainda estar latentes, mescladas de frustração, angustia e do desejo de resolver a questão. Ganha força a esperança diante da indicação de um tratamento, porém os pacientes podem experimentar oscilações emocionais nos diferentes estágios do tratamento: otimismo, apreensão ou medo antes de iniciar o tratamento; estresse, expectativa e ansiedade no percurso e frustração ou alegria após o resultado.

Sensibilizados com esta problemática, e sempre motivados a oferecer uma assistência personalizada, integral e de maior qualidade aos nossos pacientes, a Pró-Criar presta, além de serviços médicos, um serviço de acolhimento e apoio emocional a todo paciente que está iniciando um dos tratamentos de concepção assistida. O objetivo geral deste serviço é atender o paciente em sua totalidade, tendo em conta que o ser humano é um conjunto indissolúvel de mente-corpo, que deve ser tratado de forma global. Assim, visamos aportar maior estabilidade e tranquilidade no decorrer dos procedimentos técnicos dos tratamentos para possibilitar uma travessia mais harmoniosa e positiva em busca do objetivo final – a gravidez.
 
O apoio emocional na Pró-Criar

Na Pró-Criar os pacientes contam com acompanhamento psicológico nas diferentes fases do tratamento médico tanto na modalidade individual, quanto de casal e de grupo, consistindo em:
  • acolhimento e apoio psicológico: o objetivo desta intervenção é receber todo paciente que inicia um tratamento em nossa clínica e identificar como se sentem para determinar o apoio emocional necessário no decorrer do tratamento.
  • acompanhamento psicológico: o objetivo é proporcionar aos pacientes um espaço onde possam falar e serem escutados por um profissional qualificado e apto para reconhecer suas dúvidas, inquietudes e temores, e ajuda-los a pensar sobre as questões apresentadas para uma tomada de decisão consciente e coerente com seus desejos.
  • prevenção de problemas psicológicos individuais ou de casal, como estresse, ansiedade, pensamentos obsessivos, manejo de cobranças sociais, questões conjugais, de comunicação, da ordem sexual e de apoio, entre outros.
  • propiciar a identificação de estratégias de enfrentamento mobilizadas por cada um e a nível de casal, para um ajustamento adequado no processo do tratamento; além do aprendizado de diferentes técnicas de enfrentamento frente às experiências estressantes que possam vir a enfrentar.
  • apoio ao médico e em sua relação com o paciente, propiciando bases para uma comunicação de maior qualidade e compreensão das questões vivenciadas pelo pacientes e, às vezes, não ditas nas consultas.
  • encaminhamento para tratamento psicoterápico ou psiquiátrico em situações que transcendam a indicação e a possibilidade de atendimento dentro do enquadre de um centro médico, pois muitas vezes o espaço de escuta abre para o paciente o desejo de tratar, de forma mais abrangente, conflitos despertados pela situação de infertilidade.
A intervenção psicológica em nosso serviço se adequa a cada paciente, em função de sua história, necessidade e tratamento a ser realizado e acontece dentro de um protocolo criado exclusivamente para nossos pacientes. 

Oferecemos um convite a um primeiro encontro no dia do primeiro ultrassom, quando abordaremos questões psicossociais vivenciadas antes de chegarem à clínica, bem como as dúvidas, anseios e expectativas com relação ao tratamento indicado.

No decorrer do tratamento realizamos acompanhamento de acordo com a necessidade avaliada em nosso primeiro encontro; além da moderação de grupos que estão esperando a consulta médica na recepção e desejam compartilhar com outros pacientes a vivencia do tratamento. Este é um encontro interativo, sem agendamento, com um fluxo itinerante dos pacientes.

Temos um encontro no dia da transferência ou inseminação, quando abordamos o período de espera pelo resultado.
Realizamos contato telefônico após resultado negativo e oferecemos agendamento de consulta. Nosso objetivo é oferecer o apoio necessário e um espaço para elaborar os sentimentos inerentes deste momento, propiciando pensar em perspectivas futuras. Após resultado positivo, realizamos acompanhamento psicológico no período em que o casal esta em acompanhamento médico na clínica e contato telefônico trimestral no decorrer da gravidez, até o nascimento do(s) filho(s).

Nos tratamentos em que há indicação de gametas doados e útero de substituição nosso protocolo inclui um encontro com a psicologia antes do início do tratamento, para uma conversa junto aos pacientes sobre as particularidades psicossociais do tratamento proposto e uma avaliação dos mesmos se desejam realizá-lo. Nos casos em que os pacientes não se julguem aptos para iniciar tratamento, oferecemos um espaço para levantarem as dúvidas e questionamentos, além da orientação para buscarem informações e esclarecimentos sobre o tratamento indicado. Acreditamos ser fundamental que cada paciente reflita e compartilhe com o companheiro os sentimentos e dúvidas relacionados ao tratamento para se chegar a um acordo e uma cumplicidade na tomada de decisão (não ter filhos; adoção ou tratamento de concepção assistida indicado) ou estabelecer limites de até onde ir.

Útero de substituição, casais homoafetivos, criopreservação da fertilidade

Nos casos de útero de substituição, sem vínculo de parentesco, é necessária uma avaliação médica e psicológica para encaminhamento ao Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM/MG) para autorização do tratamento, conforme determinação da Resolução no 2013/2013, do Conselho Federal de Medicina. Nestes casos, as consultas psicológicas são realizadas com todas as partes envolvidas, individualmente e em grupo, antes do início do tratamento, para elaboração de laudo psicológico requerido pelo CRM/MG, na resolução no. 291/2007.

Nos tratamentos de criopreservação oncológica, os pacientes passam por uma consulta psicológica prévia ao tratamento, onde abordaremos todas as questões suscitadas neste momento, com um profissional capacitado para ajudar o paciente na tomada de decisão. 

A tríade – paciência, persistência e insistência - só é possível quando o casal é amparado com muito carinho e respeito por toda a equipe. Este tem sido nosso compromisso!

Impacto Emocional do Diagnóstico da Infertilidade
A infertilidade é um problema conjugal que traz consigo uma série de consequências psicológicas. Ao procurarem uma clínica de reprodução humana, muitos casais geralmente já passaram por uma ampla variedade de emoções conflitantes. E as demandas médicas dos tratamentos podem desencadear sentimentos de ansiedade, angústia, incerteza e frustração no decorrer do processo do tratamento.

O impacto emocional do diagnóstico da infertilidade costuma desencadear um transtorno adaptativo, com sintomas emocionais, cognitivos e/ou comportamentais em resposta a este evento inesperado, que podem afetar as diversas atividades do paciente:
 
Atividade Pessoal:
•      Deterioração da identidade: diminuição da autoestima e mudanças negativas na autoimagem
•     Alterações emocionais: períodos de angústia, isolamento, culpa, irritabilidade, entre outros sentimentos classificados como negativos: depressão, fobias e revolta
 
Relação do Casal
•     Pode ocorrer distanciamento, incompreensão, falta de apoio, insatisfação e comprometimento da sexualidade
•     Pode ser um momento de crescimento e amadurecimento afetivo na relação do casal
 
Relações Familiares/ Sociais
•     Conduta defensiva de isolamento – fatores geram situações dolorosas ou de difícil manejo para o casal, como assuntos sobre maternidade, estar com pessoas grávidas ou com crianças.
•     Inadequação social – cobranças sociais de filhos, associação de fertilidade-virilidade-masculinidade e de fecundidade-feminilidade
 
Trabalho
•     Menor rendimento profissional – sentimentos negativos
•     Abandono em situações de depressão
•     Profissões relacionadas com crianças e maternidade – dolorosas
•     Conciliar horários trabalho e  tratamento
 
Religião
•     Conflito quando o tratamento proposto contradiz os princípios religiosos do casal
•     A fé religiosa pode atuar como fator de apoio, suporte e compreensão das limitações humana  para quem a segue

 Ajustamento Emocional
•     Choque – costuma ser proveniente da comunicação do diagnóstico
•     Negação – integral ou parcial – defesa frente ao inesperado
•     Barganha – busca de outras opiniões médicas, uso de terapias alternativas, negociações e promessas com Deus
•     Culpa – por algum comportamento passado, como adiamento da gravidez e por estar privando o parceiro de ter um filho
•     Raiva e revolta – sentimento diante do inaceitável
•     Isolamento – mecanismos de defesa para evitar o enfrentamento de situações desconfortáveis e de difícil manuseio
•     Depressão – quando estes sentimentos cedem lugar para tristeza e desesperança – importante ajuda profissional que propicie exteriorizar este pesar, elaborar a angustia e pensar em perspectivas futuras
•     Aceitação e esperança – quando os sentimentos são gradualmente ajustados e o casal consegue vislumbrar um caminho a seguir. Nesta etapa, investe-se em sentimentos da esperança pela resolução do problema
 
Tomada de Decisão
  • Não ter filhos
  • Adotar uma criança
  • Tratamento de concepção assistida 
Lidando com a infertilidade

•     Buscar informações e esclarecimentos sobre todos os procedimentos disponíveis
•     Autoconhecimento – avaliar o desejo de cada um, compartilhar os sentimentos para se chegar a um acordo e uma cumplicidade na escolha
•     Avaliar com quem compartilhar, dividir os sentimentos e buscar apoio
•     Estabelecer limites de até onde ir
 
Dificuldades externas
•     Conciliar horário tratamento/ trabalho
•     Pressão e cobrança social
•     Custo financeiro do tratamento
•     Questionamentos éticos, morais e religiosos
•     Dificuldade para compreender os distintos passos e instâncias do tratamento
•     Informações equivocadas - virtuais
 
Dificuldades Internas
•     Ansiedade e estresse relacionados às demandas do tratamento
•     Aceitar o tratamento como uma tentativa -  compreender possibilidade de o resultado ser positivo ou negativo
•     Resultado negativo – elaborar o luto, a angustia e a frustração
•     Resultado positivo – estar preparado para gestação gemelar/múltipla; risco da gravidez não evoluir
 
A presença do psicólogo neste contexto se torna imperativa, como reconhecemos desde o início do serviço na clínica, em 1999. Pesquisas de avaliação realizadas junto aos casais em tratamento na clínica apontam excelentes resultados no acompanhamento psicológico no decorrer do tratamento. Nestes 14 anos do serviço de psicologia, trilhamos um caminho em que as mudanças ocorreram sempre pautadas em estudos e pesquisas. Realizamos cursos para profissionais da saúde, estágios a estudantes de psicologia, dinâmicas de grupo com casais, dinâmicas com funcionários e corpo clínico, trabalhos científicos e participações em eventos mineiros, nacionais e internacionais, sempre com o objetivo de aprimorar o atendimento aos pacientes da Pró-Criar.




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